Dias de Fé
Não há dia fácil.
Nunca houve um dia assim.
E eles nem são bons e nem maus.
São todos feitos de sol.
São todos feitos de mim.
Dias que emergem das sombras
E destilam o seu vapor.
Sonoros como um canteiro de obras.
Profundos como um hino de louvor.
Dias que cultivam sonhos
No tecido do orvalho de cada manhã.
Cada aurora traz sua própria lida.
Sua escrita, seu capítulo, seu dilema.
Conduzindo com coragem a esperança
Na dança efêmera do tempo a fluir.
Cada desafio é uma brincadeira de criança
Um novo instante na trilha constante
Um novo dia, um novo sol a reluzir.
E para todos esses dias que crescem
No caminho incerto das horas
Que de nós nunca cessem
O doce mel da poesia
E a força da fé em nossa senhora...
Sergio Monteiro Cardoso (17/09/2023)
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